segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Porque nunca nada foi tão actual e necessário.

No tempo em que vale tudo, temos de ter coragem. 

Temos de saber que o real permanece.

Não nos deixemos ir na maré!

Saibamos a nossa raiz e aquilo que verdadeiramente interessa.

No final de contas o que importa é a nossa essência!



A minha natureza ninguém muda!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Nasce o Sol...

 





Está na hora do Sol nascer.

Estamos nós aqui com ansiedade. 

Somos frutos da noite, da esperança.

Somos parte da tormenta da passagem. 

Somos o meio do fim, nunca a deriva do principio.

Soam as flautas, há uma nova aurora. 

É a aurora boa!

Cá estamos, na passagem do deserto! Somos aqueles que importa, num novo desígnio, numa nova determinação!

A determinação de que o que é certo vence. Mesmo que os outros não queiram!

Porque a verdade é como o nascer do sol, é inevitável!

E porque a coerência é como o pôr do sol, inevitável e pontual.

Está na hora! 

sábado, 14 de novembro de 2020



Há alguém que conta a estória sem o personagem principal.

Houve alguém que não o esquece!

Há alguém que continua numa sombra de vida que sempre quis ter.

Há um sonho que ameaça ruir, ao mesmo tempo há uma alegria no momento que atenua isso tudo!

Hoje sou um sustenido! Um acidente que, por muita coisa, acaba numa nota imperfeita!

Amanhã, apesar de tudo, é um novo dia!


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

O golpe de asa


A incerteza de saber o que vem, gera a coragem ou o medo.

O que escolhes?

Na deriva das tempestades e apesar de antever a bonança, a vida confronta-nos com decisões e  tomada de posições.

O caminho mais fácil é fugir e permanecer quieto. A inovação é continuar, como sempre, a acreditar que apesar de tudo as coisas podem ser diferentes.

Prevendo a dificuldade, já é normal que o ser procure atingir novos limites. É quando esquecemos essa limitação que desaparecem as linhas que nos contornam.

Mas não é fácil!

Porque não estamos sós! Porque há muito a perder, e pouco a ganhar.

Mas que será de nós, se num horizonte de 80 anos de vida, pelo menos não tentarmos?

Tentarmos ser aquilo que nunca ninguém acreditou que fossemos capazes de ser!

Como diria Mário de Sá-Carneiro:

“Quase

Um pouco mais de sol — eu era brasa,

Um pouco mais de azul — eu era além.

Para atingir, faltou-me um golpe de asa...”

Serei capaz de viver com o quase?

Será esse o meu destino?

O íntimo diz me: Falta te o golpe de asa!



 

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

A Minha borboleta…



Minha querida Ritinha. 

12 anos de um olhar único, que não deixa ninguém indiferente.

Um olhar e um sorriso que nos encantou, desde aquele momento em que nos encontrámos, já há mais de uma década. 

O olhar aberto de quem está pronta para o futuro. O olhar atento, genuíno, mas cuidadoso.

Livre, sempre junto daquilo que quer cuidar. Com um carácter inabalável. Acompanha-nos, a nós os mais velhos, como quem diz: Estou aqui, tudo tranquilo. 

De repente cá está! Tudo aquilo que necessitávamos!

Hoje é dia de festa, porque sim. Porque apesar de tudo o que nos aconteça, cá estão eles. Aqueles que caminham connosco e que irão caminhar sozinhos. 

Porque deles é o nosso futuro. Porque deles  é o nosso presente e o nosso passado. 

Sorte têm aqueles que conseguem entender isto. 

Há uma altura na vida em que nos compete criar memórias aos nossos filhos. Eu tenho grandes e belas memórias. 

E é por isso que te digo: Voa, minha borboleta! Voa!

Nós TODOS, cá estamos!

Um grande beijinho!


 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

No centro da tempestade.

A calma do tempo esconde a agitação.

Gasta-se o tempo pensando o que é certo e o que é errado.

Todos temos a ilusão que seremos eternos e que as nossas vidas devem ser um farol de sucesso.

A ilusão da eternidade é um facto! Para além disso é um erro! 

Se a "suposta" noção de eternidade nos faz exceder os limites, ela também nos cria a ilusão da maior fatalidade. A fatalidade de sermos o que somos hoje, apenas tendo a hipótese de honrar os que nos antecederam e criar memórias para aqueles que cá ficam. 

É a calma do tempo que nos assassina. Não nos mostra que o tempo passa e ilude-nos com a eternidade. 

Correndo o risco de estarmos errados, cumprimos a maré. Acompanhamos um ritmo de modas e seguimentos, sem saber da tempestade.

A tempestade é o hiato destas marés. É o momento em que deixamos de ter a noção dos limites do que é razoável. É a altura em que temos a noção de que não há limites. 

E é por isso que, por vezes, parecemos calmos antes da tempestade. Insistimos em acreditar que o normal se segue, mesmo sabendo que na normalidade não está o extraordinário. 

É a inesperada virtude da ignorância. A virtude de não saber da tempestade. 

Mas a tempestade vem aí! E vem aí novamente. E a inesperada virtude da ignorância era pensar que ela não vinha. Era dizer que só iriamos ter preia-mar e baixa-mar. 

E que bom que era! Era bom saber que a tempestade não vinha.

Mas este é o fado. É o meu fado! Saber que a tempestade vem. E ainda por cima saber que não consigo ficar indiferente. Mesmo que a tempestade me faça naufragar.

Porque é isso que me tira da maré! é isso que me enche o peito de ar! é isso que me leva a dizer: Vamos a isso, Eu não tenho medo!

Porque eu, não sou eu! Tenho uma mão cheia de gente atrás! Tenho uma mão cheia de gente ao lado! E tenho gente que me sucede. 

E não é gente de marés! É gente que enfrentou as tempestades!



sábado, 3 de outubro de 2020

Unidos somos imparáveis!

Cá estamos novamente.

Há um cheiro de esperança!

Já voltamos a ser!

Somos mais do  que antes! Somos a  origem da vitória!

Se eles dizem que juntos são mais fortes, nós unidos somos imparáveis! 

Está na hora!