São tempos que voltam sempre nas alturas em que necessitamos deles.
Hoje tenho a sorte de viver onde cresci, na casa dos meus pais.
Tenho o privilégio de criar os meus filhos no ambiente que me serviu de criação.
Uma das primeiras coisas que fiz quando voltei à minha casa foi sentar-me na mesa das refeições.
Para os meus filhos e para a minha mulher tudo era novo.
Para mim era um regresso ao passado. Era uma oportunidade de reviver os momentos felizes da minha infância e adolescência.
Que sorte teriam os meus filhos, se pelo menos, tivessem o mesmo trato do meu Pai e da minha Mãe!
Foi essa sorte que lhes procurei proporcionar.
Cada vez que me sento naquela mesa, com a minha rapaziada, lembro-me da alegria que tinha cada vez que na nossa casa se fazia uma açorda!
Eu, os meus irmãos e o meu Pai, molhávamos as sopas no fundo de azeite, alho e coentros numa terrina de vidro.
Molhávamos às escondidas. Esperando que a minha Mãe viesse com a água a ferver.
Vamos ver as nódoas, dizia o meu Pai ou a minha Mãe, consoante a ocasião.
A minha Mãe dizia sempre: prova isso para ver se está bom de sal!
O meu Pai achava sempre a açorda sonsa! Nós olhávamos para aquilo e vivíamos intensamente um momento de uma família feliz.
A felicidade é isso mesmo. É querer viver intensamente um juntar de um caldo, numa relação de gente boa que felizmente se encontrou.
Nada de falsa modéstia! A gente boa são os meus pais, o Rodrigo e a Rosa.
Eu, o Diogo e a Isabel tivemos a sorte de eles se encontrarem.
Hoje reconheço a importância de uma açorda!
Está na hora de fazer uma açorda cá em casa!
A felicidade estará sempre ao nosso alcance.
Adoro-vos! Rodrigo e Rosa!
Hoje tenho a sorte de viver onde cresci, na casa dos meus pais.
Tenho o privilégio de criar os meus filhos no ambiente que me serviu de criação.
Uma das primeiras coisas que fiz quando voltei à minha casa foi sentar-me na mesa das refeições.
Para os meus filhos e para a minha mulher tudo era novo.
Para mim era um regresso ao passado. Era uma oportunidade de reviver os momentos felizes da minha infância e adolescência.
Que sorte teriam os meus filhos, se pelo menos, tivessem o mesmo trato do meu Pai e da minha Mãe!
Foi essa sorte que lhes procurei proporcionar.
Cada vez que me sento naquela mesa, com a minha rapaziada, lembro-me da alegria que tinha cada vez que na nossa casa se fazia uma açorda!
Eu, os meus irmãos e o meu Pai, molhávamos as sopas no fundo de azeite, alho e coentros numa terrina de vidro.
Molhávamos às escondidas. Esperando que a minha Mãe viesse com a água a ferver.
Vamos ver as nódoas, dizia o meu Pai ou a minha Mãe, consoante a ocasião.
A minha Mãe dizia sempre: prova isso para ver se está bom de sal!
O meu Pai achava sempre a açorda sonsa! Nós olhávamos para aquilo e vivíamos intensamente um momento de uma família feliz.
A felicidade é isso mesmo. É querer viver intensamente um juntar de um caldo, numa relação de gente boa que felizmente se encontrou.
Nada de falsa modéstia! A gente boa são os meus pais, o Rodrigo e a Rosa.
Eu, o Diogo e a Isabel tivemos a sorte de eles se encontrarem.
Hoje reconheço a importância de uma açorda!
Está na hora de fazer uma açorda cá em casa!
A felicidade estará sempre ao nosso alcance.
Adoro-vos! Rodrigo e Rosa!



