sábado, 26 de setembro de 2020

Somos livres na nossa liberdade...


Toca cá no fundo, uma esperança de trazer aquilo que merece o mundo!

Dizem todos, vais perder! Como queres ganhar tu neste mundo?

Como isto está!? Que perca, mas que fique a vontade! A vontade de vos dizer que poderia ser tudo diferente.

A vontade de vos dizer, que isto já se passou! Foi há 100 anos atrás e resultou...

Há 100 anos resultou e houve quem pagou.

Não chega já? Não deveríamos ter aprendido? Depois de tudo já deveria dar para perceber que o toque da flauta vence o toque do tambor.


Somos livres na nossa liberdade. Sós não somos nada.


A minha flauta sozinha é ruido, na multidão é uma parte da orquestra.


Lá está! Só não sou nada...


Onde estão os meus camaradas!? 
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2020



Que bom estar contigo novamente...

estou de volta para o meu aconchego. 

Eu trago bastantes saudades!

Sinto uma coisa estranha, até que me consigam perceber e aí estou com a vossa vontade...

Temos de ter saudade, dizem eles! Tantas saudades que tenho. 

E por isto estou de volta para o meu aconchego, sem medo. Cá estarei!

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Numa tentativa de esquecer o que foi, tento resolver as minhas questões neste teclado.

Reconhecer o nosso ADN é uma virtude. explicar a nossa tristeza é o fado!

Geograficamente falando, somos os melhores. 

Fomos capazes de descobrir o Mundo. Mas ficámos de nos descobrir.

O Guadiana ficou e eu abalei. O Guadiana, esse grande rio do Sul, marcou-me desde sempre. Já o desci, tentei vence-lo, precisei dos meus amigos, é verdade! Mas eles estiveram lá!

No momento em que estou aqui, novamente longe, preciso de ti. Preciso do afinamento do nosso rio. Necessito da nossa secreta união, que perdurou passando por Alcoutim. 

Eu não tenho medo! Acompanhem-me e vamos regressar ao Futuro!